Coleção HANDARA C07/10

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Coleção HANDARA C07/10

Animal prints: como não errar na estampa

Animal print no desfile da Cia. Marítima na SPFW. Foto: Agência Fotosite

Nas temporadas de moda deste ano, as animal prints – estampas de animais – deram o ar da sua graça nas passarelas. Grifes como TriyaNew OrderReserva e Cia. Marítima, entre outras, apostaram em peças que remetem a leopardos, tigres, cobras e outros bichos. Segundo a consultora de imagem e estilo Bia Kawasakié preciso ter bom senso antes de entrar nessa onda. “O segredo é chamar a atenção para o que é bonito e disfarçar o que não agrada no corpo de cada um”, ensina ela.

Bia Kawasaki explica que as pessoas de tronco largo, busto grande ou abdome saliente, por exemplo, não devem optar por animal prints em blusas, jaquetas ou qualquer outra peça que seja vestida da cintura para cimaQuem tem quadris largos, por sua vez, precisa fugir das estampas animais em saias, calças, shorts e bermudas. “Uma mulher de quadril largo, pescoço fino e cintura fina pode usar as animal prints em xales, golas e cachecóis, combinando com uma saia ou calça neutra”, diz ela.

Embora alguns estilistas combinem diferentes tipos de estampas em um mesmo look, Bia Kawasaki não recomenda seguir essa tendência. “As peles de animais brigam muito com outras padronagens e a mistura deixa o visual carregado. Como o carregado é muito próximo do cafona, a chance de errar é grande”, alerta ela. “O ideal é usar, além do animal print em uma peça, acessórios coloridos como bolsa ou sapato, ou investir no brilho em pulseiras e brincos”, acrescenta a profissional.

Animal print no desfile da Reserva na SPFW. Foto: Agência Fotosite


fonte: GNT ESTILO

Animal prints: como não errar na estampa

Animal print no desfile da Cia. Marítima na SPFW. Foto: Agência Fotosite

Nas temporadas de moda deste ano, as animal prints – estampas de animais – deram o ar da sua graça nas passarelas. Grifes como TriyaNew OrderReservaCia. Marítima, entre outras, apostaram em peças que remetem a leopardos, tigres, cobras e outros bichos. Segundo a consultora de imagem e estilo Bia Kawasakié preciso ter bom senso antes de entrar nessa onda. “O segredo é chamar a atenção para o que é bonito e disfarçar o que não agrada no corpo de cada um”, ensina ela.

Bia Kawasaki explica que as pessoas de tronco largo, busto grande ou abdome saliente, por exemplo, não devem optar por animal prints em blusas, jaquetas ou qualquer outra peça que seja vestida da cintura para cimaQuem tem quadris largos, por sua vez, precisa fugir das estampas animais em saias, calças, shorts e bermudas. “Uma mulher de quadril largo, pescoço fino e cintura fina pode usar as animal prints em xales, golas e cachecóis, combinando com uma saia ou calça neutra”, diz ela.

Embora alguns estilistas combinem diferentes tipos de estampas em um mesmo look, Bia Kawasaki não recomenda seguir essa tendência. “As peles de animais brigam muito com outras padronagens e a mistura deixa o visual carregado. Como o carregado é muito próximo do cafona, a chance de errar é grande”, alerta ela. “O ideal é usar, além do animal print em uma peça, acessórios coloridos como bolsa ou sapato, ou investir no brilho em pulseiras e brincos”, acrescenta a profissional.

Animal print no desfile da Reserva na SPFW. Foto: Agência Fotosite


fonte: GNT ESTILO

Reedição de botinas, botas e coturnos é opção para os homens que querem inovar nos calçados

Quando o assunto é sapato, os homens são bem resistentes a mudanças. Para eles, é um artigo que deve ter como características principais a durabilidade e o conforto. A aposta para quem quer fugir um pouco da mesmice é reedição de clássicos como as botinas e botas em várias versões, como o modelo tradicional com cano médio, de camurça, de caubói, de motoqueiro e coturnos de inspiração militar. Em matéria de calçados de cano médio, há modelos para atender a todos os gostos e idades.

Botas estilo coturno preto, da Renner (R$ 150) e Reserva (R$ 479)




Os sapatos fechados de cano médio em couro e camurça, neste estilo botina, foram um dos grandes hits do inverno passado e continuam em alta para a próxima estação fria. O motivo do sucesso é sua versatilidade. Ele vai bem com roupas formais e casuais, além de combinar com jeans.
As botinas mais informais são aquelas confeccionadas em camurça e que são ideais em looks casuais, usadas com calças de veludo ou jeans. Para os mais jovens, há a versão que foi febre entre os surfistas da década de 80, com bico arredondado e costuras aparentes.
A bota de caubói, um clássico do interior de todo Brasil, também volta para o ambiente urbano em duas versões: de cano mais curto, em couro liso e com o bico pontudo, e de cara mais original em cano médio com os tradicionais desenhos em alto relevo. A influência chega pelas tendências folk e étnica, que deram o tom das passarelas internacionais masculinas. Para este tipo de bota, os parceiros ideais são jeans e calças de veludos.
Os coturnos voltaram por meio do revival dos anos 80 e de um ar militar que esteve presente nas coleções do hemisfério norte. Valem as versões estilizadas, mais confortáveis, assim como os modelos militares originais com aspecto pesado.
Botas em couro da Democrata (R$ 239) e West Coast (R$ 220,90)


Se, nos anos 80, a calça jeans surrada e rasgada era o par ideal dos coturnos, hoje a calça mais seca de corte de alfaiataria usada com a barra por dentro do calçado é a forma mais atual de usá-los. Se preferir vestir com jeans, pode optar pelos modelos skinny, de corte bem rente ao corpo.


As botas de motoqueiro também apareceram nas passarelas internacionais, com alguns dos modelos bem parecidos aos coturnos e outros com desenho futurista e ausência de cadarços. Assim como seu parente militar, este tipo de bota é usado com calças de silhueta bem seca com a barra sob o cano. Lembre que elas chamam mais atenção, portanto, caso não tenha moto, seu estilo deve ser mais arrojado para não derrapar na curva do bom senso, combinado?

por Ricardo Oliveros


Colaborou nesta coluna Paula Baraldi