Aprenda a reconhecer uma marca de luxo


Bolsas a R$ 9 mil, canetas a R$ 15 mil, relógios a R$ 20 mil, camisas polo a R$ 600… É caro? Em certas lojas, não. Lá, isso é “luxo”. Essa é a faixa de preços praticada por empresas do setor, como Hermès, Montblanc e Cartier para compensar a pequena produção de suas mercadorias e criar uma aura de exclusividade. 

Mulheres mostram suas bolsas Chanel durante festa de aniversário em São Paulo

Marcas de luxo tendem a se concentrar em endereços “exclusivos”, como a Bond Street em Londres, a Rodeo Drive em Los Angeles, a Madison Avenue em Nova York ou a Rue du Faubourg Saint-Honoré em Paris. Em São Paulo, diversos shoppings da cidade disputam com a rua Oscar Freire o posto de meca do luxo.
A maior parte das marcas consideradas de luxo está concentrada sob o “guarda-chuva” de grandes corporações, como LVMH (dona da Louis Vuitton, Fendi, Pucci, Moët & Chandon e outras), Richemont (dona da Cartier, Montblanc, Chloé, Dunhill e outras) e PPR (dona da Gucci, Yves Saint Laurent, Balenciaga, McQueen, Bottega Veneta e outras).
Ostentação
Valores como “exclusividade” e “status” acabam por definir comportamentos e hábitos que parecem às vezes desafiar a lógica da economia. Um deles é o do “consumo conspícuo”, termo cunhado pelo economista americano Thorstein Veblen (1857-1929) para designar o consumo de determinado tipo de bens muito caros, puramente em nome do status.
Fonte: UOL ESTILO

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